Microempresas portuguesas estão optimistas

Em Portugal, 61% dos responsáveis por microempresas estimam melhorias no desempenho dos seus negócios em 2018. O optimismo verificado poderá dever-se, em parte, ao facto de 45% ter visto as receitas aumentar ao longo do ano passado (+25 do que no período homólogo anterior).

As conclusões são apresentadas pela Zaask na terceira edição do Estudo Nacional de Competitividade Regional, realizado em parceria com a Universidade Católica Portuguesa. De acordo com a análise, 61% das microempresas registam, actualmente, uma situação financeira razoável, o que representa uma subida de mais de 3% face ao ano anterior.

Elaborado com base em dados dos 18 distritos e regiões autónomas de Portugal, o estudo indica que mais de metade dos empreendedores nacionais aconselha à criação de novas empresas nos distritos onde operam – menos 10% face à edição anterior. Participaram no trabalho cerca de duas mil microempresas com actividade em Portugal.

Vila Real, Guarda e Bragança são os distritos que os empresários locais mais recomendam para lançar um novo negócio. Guarda tem também os empresários mais optimistas.

Relativamente ao grau de facilidade no lançamento de um novo negócio, apenas 18% considera fácil ou muito fácil; 38% acredita que é difícil ou muito difícil. Além disso, somente 17% acha fácil ou muito fácil contratar os profissionais adequados no seu distrito – em 2016, este parâmetro situava-se nos 21%. Lisboa, Portalegre, Aveiro e Porto são os distritos em que existe maior facilidade em contratar, segundo as microempresas.

Questionados sobre o apoio do Governo Regional/Local, a maioria diz não ter conhecimento da existência de programas de formação para pequenos empreendedores.

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