Valores ou lucros?

Sabe como é que o comércio e a consciência se interligam no Facebook, Uber, Airbnb ou Salesforce?

Quando Mark Zuckerberg divulgou uma carta aberta de quase 5800 palavras, a 16 de Fevereiro – a mensagem mais longa que alguma vez partilhara na sua página de Facebook –, a frase introdutória era simples: «Sei que muitos de nós pensamos em criar o impacto mais positivo no mundo de hoje.»

Naquele momento, muitos outros negócios, da Google à Starbucks, lutavam contra políticas propostas por Donald Trump, principalmente na imigração.

Mas Zuckerberg não mencionou o presidente ou as suas políticas. Em vez disso, fez uma pergunta mais abrangente: «Estamos a construir o mundo que queremos?»

O Facebook, argumentou, tinha a responsabilidade de ajudar as pessoas.

Leia este artigo na íntegra na edição de Junho da Executive Digest

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