paulo-carmona_edit_edUm dos vectores mais importantes dos Estados europeus, a par das funções de soberania, são as políticas de redistribuição de riqueza, em forma de políticas e prestações sociais. Hoje temos orgulho na construção dessa rede social, com a suprema ambição de acudir aos mais necessitados ou aos que, por infortúnios vários, se vêem em dificuldades de sobrevivência digna.

Dado que ninguém põe em causa a redistribuição dessa riqueza, apenas se discutindo o âmbito e quais os agentes possíveis das políticas sociais, temos de nos focar cada vez mais na geração da riqueza. Sem criação de riqueza não pode ter lugar a sua distribuição. É demasiado óbvio para poder ser esquecido.

Leia este artigo na íntegra na edição de Dezembro da Executive Digest

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