As relações com startups nos mercados emergentes

As startups dos países em desenvolvimento estão a abordar problemas locais com tecnologias e soluções criativas. Para as grandes empresas globais, a perspectiva de trabalhar com essas startups é apelativa… Mas complicada.

Para as grandes empresas globais, criar relações eficazes com startups com potencial é mais fácil na teoria do que na prática.

As características que fazem das startups possíveis parceiras são as mesmas que fazem com que as grandes empresas tenham dificuldade em forjar relações.

As multinacionais muitas vezes lutam para identificar e contactar os líderes dentro das hierarquias confusas das grandes multinacionais.

O desafio, para ambas as partes, é ainda mais complicado nos mercados emergentes. Além disso, a maioria dos estudos académicos sobre os desafios que as grandes empresas e empreendimentos enfrentam nas parcerias – e as soluções que os estudos sugerem – focam-se em mercados maduros, como os EUA ou a Europa.

Sabe-se muito menos sobre a forma como as multinacionais devem criar relações com startups de mercados emergentes como a China e a Índia – ainda que esses mercados já tenham multinacionais proeminentes como a Amazon, a Google, a IBM, a Microsoft e a SAP.

Leia este artigo na íntegra na edição de Maio da Executive Digest.

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