«O maior activo de um gestor é poder ser independente»

Depois da Inapa, que tirou do vermelho, José Félix Morgado está a arrumar o Montepio. A estratégia está traçada e os primeiros passos a ser dados. Quanto a resultados, diz que os primeiros positivos chegarão este ano e os lucros em 2017.

Por Helena Rua e Mª João Vieira Pinto

Fotos por Paulo Alexandrino

José Félix Morgado assumiu a presidência da Caixa Económica Montepio Geral a 8 de Agosto de 2015 com um propósito definido: “arrumar a casa” no meio de condições de mercado adversas.

No final de Setembro, apresentou um plano estratégico a três anos e que prevê, entre outros, a alienação de activos não estratégicos, a eliminação de postos de trabalho e o reposicionamento no mercado.

Em entrevista à Executive Digest, o presidente do Montepio confessa ser focado na execução, estimando ter já este ano «trimestres positivos» e lucros em 2017, defende que o Novo Banco deve ficar em mãos portuguesas e, sem apontar o dedo, refere que o sector deve aprender com as experiências passadas.

Quanto à concentração do sistema financeiro em meia dúzia de grandes bancos internacionais, José Félix Morgado diz não a temer, já que o Montepio «está em nichos importantes».

Leia esta entrevista na íntegra na edição de Agosto da Executive Digest.

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