«Temos de reforçar a nossa noção de urgência»

Tornou-se CEO da Hewlett-Packard, em 2011, tomando as rédeas de uma empresa em apuros. Meg Whitman foi a terceira executiva de topo em apenas três anos, sendo que os antecessores, Mark Hurd e Léo Apotheker, tinham saído em desgraça. E a HP tinha passado de marca inovadora e de sucesso, a empresa sem rumo.

Meg Whitman não era uma candidata óbvia para o cargo de CEO da Hewlett-Packard. Enquanto CEO da eBay, onde esteve entre 1998 e 2007, foi elogiada por conduzir a empresa de forma bem sucedida, alavancando-a de startup de 30 pessoas a gigante cotada em Bolsa. Depois disso passou para a política, gastando boa parte da sua fortuna numa corrida vã ao cargo de governadora na Califórnia. Também se sentou em vários Conselhos de Administração, incluindo o da HP. Quando Apotheker foi afastado do cargo, após apenas 11 meses – em parte pela sua decisão desastrosa de adquirir a empresa britânica de software Autonomy, o que resultou numa desvalorização de 7,8 mil milhões de euros – a administração da HP pediu a Whitman que assumisse o cargo.

Leia este artigo na íntegra na edição de Junho da Executive Digest

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